O Varejo que Não Para de Aprender, Não Para de Crescer
7 de maio de 2026
No varejo de 2026, a velocidade da mudança é superior à velocidade da execução tradicional. O Dia da Educação nos convida a uma reflexão profunda sobre o perfil dos líderes que ditaram o ritmo no On Retail Summit em Nova York: o que diferencia executivos como Belmiro Gomes (Assaí) não é apenas o acesso à tecnologia, mas a mentalidade de aprendizado contínuo.
Educação como Estratégia de Antecipação
O erro comum é tratar a educação como um “treinamento pontual”. No cenário atual, ela deve ser encarada como gestão de risco.
- Repertório Global, Execução Local: Líderes que investem em educação executiva conseguem filtrar o que é hype global e adaptar o que pulsa no mercado brasileiro.
- Curadoria Humana: Como discutimos em nossas imersões, a capacidade de tomar decisões sob pressão em um mar de dados só é possível para quem mantém o “músculo do aprendizado” treinado.
- Agentes de IA e o Novo Skillset: No varejo agêntico, o time de liderança precisa aprender a gerir não apenas pessoas, mas ecossistemas de inteligência.
O Exemplo que vem do Topo
Nossa jornada em NYC com a delegação ONDV provou que o varejo que lidera é aquele que entende que o diploma tem prazo de validade, mas a curiosidade estratégica é eterna. A educação contínua é o que permite que marcas tradicionais mantenham a agilidade de uma startup, preservando a relevância cultural e a proximidade com o consumidor.
O Insight de Ouro:
Em 2026, o maior ativo de uma companhia não é o seu estoque, mas a velocidade com que sua liderança decanta novos conhecimentos em ROI.